segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

faça uma prece!


A semana começou silenciosa, sofrida; sem explicações que pudessem reduzir a tristeza que pairou no ar. Estarrecidos, assistimos à cenas estúpidas sem saber exatamente o que dizer, até por que não  há palavras que preencham tamanho vazio. Amanhecemos quietos, reflexivos; o ato de se colocar no lugar de tantos pais desesperados foi constante no decorrer do dia. Fato concretizado, lamentavelmente sem volta. 

O momento é de solidariedade, e como uma colcha de retalhos, façamos uma corrente de orações e  preces, cada um da sua forma, cada um com sua religião, cada um com sua fé. Talvez juntos,  possamos, a distância, acalentar o coração das famílias gaúchas e catarinenses. 


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

na hora do chá


Na minha casa é sagrado - faça chuva, faça sol, faça frio, faça calor, rola um chá quentinho todo fim de noite. Mania, costume, vício, ou apenas um ritual, não importa; faz parte da minha rotina, preenche minhas noites naquela hora tudo-de-bom; é como clicar no botão "desacelerar", para, em seguida, clicar no "desligar".

Não estou dizendo que depois da hora do chá eu desligo, mas pelo menos tento frear as atividades - quando as meninas dormem e o sossego impera no lar eu adoro escutar o silêncio - momento perfeito para pensar, planejar, refletir, ou simplesmente fazer nada. E ali, do lado, a caneca grande exalando a fumacinha discreta e levemente perfumada me espera!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Verão lugastal - um mar de novidades!

Pra quem leu os posts de janeiro do ano passado A arte de conseguir um peixe e  Verão lugastal, é hora de bis - e eu adoro montar a vitrine de verão!

Janeiro pede verão, verão pede mar, mar pede praia, praia  pede cores, cores pedem inovação, e inovação é o que não falta por aqui. Pra vocês, o VERÃO LUGASTAL 2013, cheio de  charme, cores e criatividade!

Os peixes, voltaram com tudo! Almofadas divertidas para decorar espaços criativos, em novos modelos e estilos! Aqui no patch mar lugastal os cardumes nadam livres, leves e soltos - a rede é só um limite para não saírem pelo vidro!