sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Alô, alô!

- Alô, oi Glau! Tudo bem, guria?
- Tudo e você?
- Como foram seus últimos dias?
- Nossa, foram ótimos! Trabalhei um monte, mas foi tudo de bom!
- Eu também, e  fechamos o dia com chave de ouro, né?

Querem ver como foi? Chega mais!

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Depois a gente escreve aqui no blog e fala sobre o projeto que nos uniu essa semana, com a Cris Bottallo!

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E como nós somos filhas de Deus paramos pra tomar um lanche no Lá da Venda com a Ma Stump e Pati (Oh, Maria)

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E depois curtimos mais um pouco...

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- Então tá bom! Um beijo, boa viagem amanhã!
- Outro, tá! Tchau!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

gauchices

Era um fim de tarde de primavera, talvez 1987. O verão se aproximava; as tardes já eram mais longas e tínhamos o costume de encerrar o dia tomando mate na frente de casa. Meu pai me chamou na cozinha, avisando que ia me ensinar a fazer chimarrão. Dei uma risada, questionando o  por quê, mas não lembro qual foi a resposta, minha memória daquela tardinha se encerra por  aqui. O que importa é que eu cresci (e como!) e o chimarrão passou a fazer parte da minha rotina. Quando morava em Brasília, diariamente carregava meu "kit" na mateira (uma espécie de bolsa onde a gauchada carrega a cuia, bomba e garrafa térmica), e aquele pequeno utensílio me era a garantia de um dia com muita disposição!



Muitos perguntam "mas que gosto tem o tal chimarrão", e minha resposta costuma ser um sorriso (quem provar, saberá!). Faço questão de oferecer à quem se dispõem experimentar...

No blog chimarrão.com tem uma explicação bacana: O chimarrão, segundo institutos de pesquisas internacionais, é um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso: elimina os estados depressivos, conferindo ao músculo maior capacidade de resistência a fadiga, sem causar efeitos colaterais. Após estudos realizados sobre os efeitos fisiológicos exercidos pela erva-mate concluíram: O emprego da infusão aumenta as forças musculares, desenvolve as faculdades mentais, tonifica o sistema nervoso, regulariza e regenera as funções do coração e respiração, facilita a digestão e determina uma sensação de bem estar e vigor no organismo, sem acarretar depressões ou qualquer efeito colateral no organismo, como a insônia, palpitações ou agitações nervosas provocadas por outras bebidas similares, permite como bom alimento (natural) que sejam suportadas as fadigas e a fome.

Há outras coisinhas bem legais no blog, como os 10 mandamentos do chimarrão (risos..., vale a pena, são dicas preciosas!).

E é com essas duas fotos, clicadas pelas fotógrafas queridíssimas Glau Quitandoca e Júnia Chaves - fotógrafas de mão cheia (ou olhares atentos e criativos??) em visita à lugastal, que começo a semana,



Amanhã é feriado no Rio Grande, nosso dia! Perfeito pra curtir o conforto do lar, pôr em ordem alguns projetos que logo mostrarei pra vcs, e, é claro, matear sem pressa!

AVISO ÀS VISITANTES E CLIENTES: hoje lojinha aberta em horário normal!


Tá servido???


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Festival Brasileiro de Quilt & Patchwork


Falei várias vezes sobre o Festival Brasileiro de Quilt & Patchwork, que ocorreu em Gramado, e hoje (finalmente) é dia de mostrar algumas fotos e contar um pouquinho do que aconteceu por lá!

Para o estande lugastal, a ideia foi criar uma atmosfera de café com costura, tudo o que as patchworkeiras de plantão adoram! Paredes forradas com juta receberam um panô feito com retalhos de tecidos nesse motivo (que me inspiraram ao tema), e vários itens alusivos foram especialmente preparados para a composição. Nas laterais, muitos tecidos coloridos, nacionais e importados, em cores para agradar gosto de toda freguesia!


A pedidos, criamos projetos das xícaras lugastal, além de bule e açucareiro, pra quem quiser montar seu café completo! (interessadas escrevam pra gente).







domingo, 11 de setembro de 2011

Onde estavas no 11 de setembro?

Passei a semana pensando em escrever esse post, mas como o trabalho seria intenso no festival de patchwork, foi impossivel atualizar o blog. Hj viajava de volta pra casa, quando novamente me flagrei pensando no 11 de setembro de 2001. Quem não lembra onde estava no dia?

Naquele ano tive a dádiva de ser mãe pela segunda vez, e passados 6 meses era hora de correr atrás dos quilinhos extras; saíra do escritório e aproveitava um intervalo para malhar. Morava em Pelotas, e foi na  academia que eu assisti, numa pequena tv, as imagens do atentado, sem sequer imaginar que aquelas cenas seriam reais. Num momento pedi à professora que aumentasse  o volume (aquele filme custava a mudar de cena) e eis o espanto, as cenas eram reais! Enquanto o mundo inteiro assistia em tempo real tamanho desespero, os próximos minutos foram de telefonemas, meu marido, minha mãe, e bateu aquela vontade insuportável de voltar pra casa e me aninhar com os "meus". Meu compadre, que é uma figura rara, passou no supermercado, fez muitas compras e prometeu se recluir, seria aquilo a iminência de uma guerra? Era impossível entender. Ocorre que todos seguimos nossos caminhos, enquanto muitas famílias amargaram os próximos meses tentando entender o por quê daquela carnificina doida e premeditada.

Não tive a oportunidade de conhecer a Big Apple com as torres gêmeas (hj Nova Iorque tem duas histórias, antes e depois do atentado), mas alguns anos depois lá estive e fiz questão de visitar a imensa obra onde será reconstruido o world trade center. Naquela fria e cinzenta manhã de domingo, passei algum tempo dentro do WRC Memorial, observando cada pedacinho daquela história maluca e incompreensivel. Cada familiar deixou  um pedacinho da lembrança de quem perdeu, e a união de todos leva nossa imaginação a uma dor impossível de ser mensurada. Por outro lado, há uma sensação indescritível de força e  solidariedade, através de bilhetes, fotos (muitas fotos), homenagens, rascunhos, objetos, etc, etc, etc.

Por vários anos guardei o exemplar da Zero com as fotos e textos sobre o ocorrido (como de costume, sempre guardava importantes momentos, pensando em mostrar pras filhas quando fossem maiores), mas a tecnologia chegou rapidamente e meus jornais com páginas amareladas não foram mais necessários. E por falar em jornal, lendo a coluna da Martha Medeiros no caderno de hoje, sua pergunta era exatamente essa: "onde você estava quando...". Vale a pena, o texto está muito bacana. E aproveito a finalização do texto pra encerrar esse post: "Recordar onde estávamos é entender que fazemos parte até do que não nos acontece diretamente. Onde estávamos? Estávamos vivendo o cotidiano de um dia que havia começado comum, como começam todos os dias, até que fomos atingidos - também."

Vale a reflexão!





























quarta-feira, 7 de setembro de 2011

felicidade



Semana passada li numa revista (que memória é essa que não me deixa lembrar qual!?!): o que há de mais brega atualmente é felicidade em excesso no facebook! Achei bem divertida a matéria, um tanto realista, e confesso que dividir sentimentos intensos e opiniões pessoais em redes sociais não é minha praia. Mas tem aquele velho ditado: gosto não se discute! 

De qq forma, me enquadro naquela linha das pessoas normais: busco a felicidade nos pequenos detalhes do dia-a-dia. Muitas vezes não a encontro, noutras a encontro com facilidade... e sigo a vida, nos altos e baixos em que ela me recebe! Hj cedo recebi esse mail de alguém que me é muito querido, meu primo Gustavo.  Transcrevo abaixo, vale a reflexão!



"A felicidade é a soma das pequenas felicidades.
Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio de meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio de minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro. Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem as alegrias de pequeno e médio porte e até as grandes (ainda que fugazes) alegrias. Contabilizo tudo de bom que me aparece, sou adepta da felicidade homeopática. Se o zíper daquele vestido que adoro volta a fechar (ufa!) ou, se pego um congestionamento muito menor do que esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.
Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: /Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos./ Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'. Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: Comigo mesma, respondeu. Adoro conversar com pessoas inteligentes. Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes. Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha dieta de felicidade o uso moderadíssimo da palavra quando. Aquela história de quando ganhar na Mega Sena, quando me casar, quando tiver filhos, quando meus filhos crescerem, quando tiver um emprego fabuloso ou quando encontrar um homem que me mereça, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham? Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para nossos tempos. Que digam. Melhor ser minimamente feliz, várias vezes por dia, do que viver eternamente em compasso de espera." Leila Ferreira, jornalista


Uma (nem tão pequena) grande felicidade  é estar imersa em trabalho, acompanhada de pessoas queridas e guerreiras que aguentaram firme meu ritmo, e no fim de um dia exaustivo, ver as fotos lindas no blog  Quitandoca Fotografia! Valeu Glau!!!!

Daqui a pouquinho começa a 14ª edição do Festival Nacional de Quilt & Patchwork em Gramado!
Está tudo lindo, esperando por vocês! Bom feriado!