segunda-feira, 28 de março de 2011

Elas são as donas!

          Semana recomeçando (com muita chuva no Rio Grande do Sul), mês de março acabando! Depois de 3 dias em festa, retorno às atividades normais, com muito trabalho pela frente! Agradeço pelas inúmeras mensagens carinhosas, abraços, flores, presentes e, sobretudo, pelo amor que recebi por ocasião do meu birthday! Até Tia Linha me trouxe um docinho (aliás... há muito tempo não comia tantos doces maravilhosos - começamos na quinta-feira com um bolo de chocolate com doce de leite feito pela Lisi, sexta foi dia de doces de Pelotas, sábado chegou uma caixa recheada com brigadeiros com diversos sabores - presentão da Débora (Ateliêr de Brigadeiro), e à noite muito sorvete, sagu com creme de baunilha, e, é claro, cupcakes da Laurinha!).  Me senti muito, muito querida (e gulosa)!!!!!

             
               Mas chega de festa, porque hoje tem Alinhavos & Gestão!

               Embora eu não seja adepta dos rótulos que as datas comemorativas concebem, não há como negar que, para o comércio e sociedade, março é  "mês das mulheres". Por isso, antes de virarmos a folhinha do mês, deixo aqui parte da matéria publicada na revista Época - ed 668 - que trouxe um encarte especial muito interessante, sobre O Futro das Mulheres - o desafio feminino do século XXI é conciliar, pela primeira vez na história, trabalho e família com os cuidados e os prazeres da vida pessoal.

               Matérias muito bacanas foram distribuídas no encarte, falando sobre saúde, vaidade, sentimentos, cargos de chefia, compras, diários públicos (nossos queridos blogs!!!!), moda e, obviamente empreendedorismo. Tia Linha, ligada em trazer prá vcs um pouquinho das novidades no que refere à gestão e assuntos do gênero, deixou a revista guardada na minha bolsa, com o pedido de que eu trouxesse ao blog para dividir com as leitoras da colunha "alinhavos & gestão";


Já há mais mulheres empreendedoras no Brail do que homens. No comando de suas empresas, elas podem mudar o país.

Alexandra Gonsalez

O número de brasileiras à frente do próprio negócio superou o de homens pela primeira vez na história. Elas já são 53% dos profissionais que decidem juntar as economias e tentar a sorte em carreira solo - um universo de 18,8 milhões de pessoas no Brasil. As mulheres já vinham ensaiando a decolagem há quase uma década. Desde 2001, segundo a pesquisa Global Enterpreneurship Monitor, realizada no país pelo Sebrae  pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, o número de empreendedoras msotra a tendência clara de crescimento, enquanto o de homens empresários está estagnado. E 2009, ano do levantamento mais recetne, elas deram a virada. "As mulheres já são maioria nas empresas e nas universidades. É natural que comecema  despontar como empresárias",, afirma Enio Pinto, gerente de Inovação do Sebrae Nacional.

A ascesão das pequenas empreendedoras está mostrando ao mercado que as mulheres têm perfil diferente na hora de tocar o próprio negócio. A experiência de especialistas com Enio sugere que elas são mais cuidadosas. Analisa e planejam melhor as oportunidades antes de se lançar na empreitada. E são menos imediatistas;têm mais persistÊncia para esperar que o investimento comece a gerar lucro.

As novas empresárias também foram espertas ao tirar proveito do bom momento a ecoomia nos últimos anos. Mulheres da Classe C perceberam o aumento da renda entre as amigas e suas famílias e enxergaram a oportunidade de explorar a sede de consumo da ova classe média brasilieira. Segundo um estudo do IBGE e o instituto de pesquisa Target Group Index, pelo menos 50% da população, algo em torno de 95 milhões de pessoas, ganhou poder de compra nos últimos anos. As novs empreendedoras começam vendendo doces ou cosméticos e logo percebem qe trabalhar porcnta própria pode ser mais do que um bicdo para complementar a renda. Gerlmente, escolhem investir em negócio no ramo de beleza ou alimentação.
(...)
A conclusão mais surpreendente vinda da experiência dessa nova safra de empreendedoras é que as empesas tocadas or mulheres são as que mais trazem efeitos positivos para a sociedade. A consultoria Global Markets fez um levantamento há dois anos e descobriu que as mulheres  costumam reinvestir na sociedade  renda gerada pela empresa. Gastam com a educação dos filhos e a saúde deles. Já os homens, sugere a pesquisa, gastam cosigo mesmos, em roupas, caros e lazer,  no próprio negócio. O estudo sugere que um número maior de mulheres empreendedoras aumentaria o crescimento do PIB em 0,7% ao ano. Até 2030, a renda per capita cresceria9,1%. "Quando as mulheres investem na qualificação dos filhos, o país ganha profissionais bem formados, que se colocarão no mercado de trabalho, gerando consumo e movimentando a economia", dia Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getúlio Vargas. 

As perspectivas animadoras sobre os desdobramentos sociais e econômicos do empreendedorismo feminimo já despertaram a atenção dos investidores. (...) A FGV, em São Paulo, e a Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte, são responsáveis pelos cursos gratuitos, que ensinam e elaborar um plano de negócios, montar a estratégia de marketing  cuidar das finanças da empresa. A fata de capacitação nã faz distinção de gênero.
    

Um comentário:

Vera disse...

Desculpe o atraso....mas antes tarde do que nunca!
Muitas felicidades neste seu novo ano,que o sucesso n pare de jorrar
aí por suas bandas!!!!!
Muita inspiração e dedicação na sua vida, trabalho e família...bjo grde!
Vera [do ceramica edição ltda]