terça-feira, 22 de novembro de 2016

LINDA, sua linda!

Tenho um costume que pode parecer piegas, mas é sincero e faz parte dos meus processos de criação. Ao finalizar um projeto, do mais simples ao mais elaborado, gosto de observar atentamente; tipo namorar, flertar, sentir o que meu coração me dirá (às vezes demora... mas ele, o coração, dá sinais)
Se ele (meu coração) responder, entendo como: ficou lindo! 
(se ele se calar, o projeto ainda não está pronto pra encantar...)


Ao planejar o primeiro Patch Encontro lugastal de Natal do ano propus às alunas interessadas um desafio: encontrá-las num shopping da cidade e juntas irmos para lugar não informado, para executarmos um projeto não apresentado previamente (como de costume) e vivermos uma tarde mágica. Desafio aceito, para minha alegria - e aumento de responsabilidade! 

Contei a elas que levaria uma boneca recém nascida, e a elas caberia a tarefa do batismo. Em poucos dias o grupo estava fechado, queria no máximo 10 pessoas ao redor da mesa, e por dias, no estúdio em Porto Alegre, preparei cada caixinha com tudo o que fosse capaz de deixar cada uma das alunas radiante. Algumas caixinhas viajaram para outras cidades, pois algumas pessoas que não poderiam estar na capital federal também quiseram se conectar conosco na nossa tarde mágica. 

#gradidão 
pela confiança de todas que acreditaram e toparam viver uma experiência desconhecida!


Nas tardes de novembro o calor de Brasília é mais ameno, e, se der sorte, a chuva também se faz presente. O lugar encantado fazia jus à expectativa: nosso Patch Encontro aconteceria no terraço do lar da Anete Carrard (Projetos Inventivos), a gaúcha que carinhosamente me convidou a dividir momentos no seu Christmas Home Tour, ocorrido na mesma semana! Um espaço onde o vento se mistura ao silêncio, um ambiente da casa onde não há móveis, tomadas (nada de carregar telefones... conexões reais MODO ON), mas abunda energia! E foi lá, com vista para o lago Paranoá, que nossa tarde se fez realmente mágica!



WELCOME GIRLS!
Na caixinha de correspondência da casa, um bilhete a cada uma das participantes. Na produção do Patch Encontro, escolhi a coleção de estampas natalinas Círculo S/A. E pra nos remeter às melhores lembranças, com cheiro de baunilha e panetone, levei na mala o Cheiro de Natal da Santho Aroma
(as alunas também levaram nas suas caixinhas mágicas!!)



E da nossa tarde super hiper gostosa nasceram dez bonecas lindas... e dessas horas de real encontro observei tantas coisas boas!  De um só projeto, dez peças diferentes, dez olhares distintos, e sorrisos sinceros! 

As madrinhas foram unânimes, e a boneca se chamará LINDA! Linda por nascer das nossas mãos, da nossa imaginação, numa soma de atributos que nos agrada e faz brilhar nosso olhar. Linda pra quem não busca conceitos de beleza, mas pra quem se permitiu sentir, imaginar, relembrar, tentar, criar. 

LINDA, sua linda!!!! Nos veremos em muitos projetos futuros!!!


Apresento as dez madrinhas com suas Lindas bonecas lindas! (a décima nos presenteou com essas fotos também lindas, e ficou atrás da lente!).


Patch Encontro lugastal - Brasília 2016
Apoio: Projetos Inventivos, Cïrculo S/A, Santho Aroma. 


Próxima edição: Porto Alegre, 30 de novembro
Informações pelo email luciana.gastal@terra.com.br


terça-feira, 15 de novembro de 2016

vou te contar uma história...


Desde cedo fui adepta das palavras datilografadas... e essa história não poderia ser contada de forma diferente!

Nunca imaginei ter uma filha aos 45 anos. Alguns dirão “você não tem mais idade pra essas coisas”; mas a vida é uma caixinha de surpresas, e cabe a nós percebermos o quanto nosso coração possibilita novas experiências! Foram literalmente meses de gestação; me perdi na contagem das semanas, talvez tenha extrapolado as 40, mas não importa! É com muita alegria que eu te apresento esta menina, que nos proporcionará momentos de total conexão com quem gostamos e fazemos! 


Depois de mais de 5 anos envolvida no mundo das bonecas estilo Tilda, e após de mais de 3.000 bonecas produzidas nos Patch Encontros lugastal e uma quantidade imensurável de bonecas nascidas através dos cursos lu gastal na Eduk,  senti que era momento de ter uma boneca com personalidade própria, que se adaptasse à inúmeras possibilidades de figurino e looks. Foram meses de referências e testes, entre diversos estilos de bonecas (tildas, waldorf, primitive dolls, etc), até chegar num formato que reunisse tudo o que considero necessário pra produção de uma bela  boneca de pano. Ao nascer ela não tinha nome, e permaneceu algumas semanas sem o devido registro; mas na última semana, em Brasília, ela foi batizada! (sobre isso falaremos mais adiante!




Em tempo: desde o início do ano venho avisando de que mudanças estariam a caminho. Pois é... a estrada muitas vezes é longa, e as conquistas lentas e graduais. O ano (que ainda não acabou) tem sido difícil, mas como tudo o que a vida nos apresenta, entre as pedras que existem pelo caminho muitas coisas bacanas acontecem, e por algumas dificuldades nao consegui sequer partilhar. A partir de hoje, uma série de posts com importantes momentos de 2016 chegarão por aqui, com o que de mais emocionante me envolveu durante o ano! (porque as dificuldades foram muitas, mas as emoções se superaram em todos os sentidos...). 


Christmas Home Tour - Projetos Inventivos

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

turistando no centro histórico

Pra quem leu o post anterior - turistando na cidade baixa, hei de confessar que, entre o almoço e o fim de tarde  no charmoso bairro, dei uma esticada até o centro histórico. É claro que o tempo se limita à escolhas, mas não vou ao centro sem a velha e boa passadinha no Mercado Público (reabastecer a lata de erva mate e garimpar coisas gostosas com preços menos exorbitantes é sempre bom!). Confesso que muitas vezes já fui ao mercado com qualquer desculpa, quando, na verdade, só queria devorar a banana split da Banca 40; que agora chegou mais pertinho da minha casa e posso ir a pé...

Mas o que realmente me levou a pisar rapidamente no centro foi a exposição
 Simões Lopes Neto - onde não chega o olhar prossegue o pensamento

Estive na abertura da exposição; evento super prestigiado onde reencontrei amigos da cidade que me recebeu ainda jovem (de Pelotas trago anos de vida e aprendizado, amigos muito queridos, meu amor e duas filhas. Embora seja filha de Cachoeira do Sul, também tenho Pelotas como querência). Mas na noite de encontros o tempo passou "ligeiro como um gato" e deixei pra observar posteriormente o  mundo do escritor, o tempo da sua existência e seu legado.

(acho que o click quando descíamos as escadas foi pra mostrar que apagamos as luzes?!)

Mas então... voltei pra curtir com calma cada fração dessa história! Além da trajetória do escritor, a exposição compreende a família, o universo mítico das Lendas do Sul e o regionalismo dos Contos Gauchescos. Entrar no hall do Santander Cultural é sempre muito bacana, e dessa vez a grande tela te transporta aos pampas gaúchos!



sintonia: Pelotas = Vitor Ramil = estética do frio = satolep


Numa grande parede com palavras imantadas, o visitante pode criar sua frase 
(mas antes, porém, precisa entender algumas palavras do dicionário "gauchês"):
- gaudério: gaúcho de nascença
- despacito: devagar, com calma
- peleia: briga, luta, disputa.
- guaiaca: cinto com bolsos de couro
- querência: terra natal


E como (lá dentro) caiu a noite, me despedi no maior estilo turista, com uma das minhas pelotenses preferidas:  Laurinha, nascida numa madrugada gelada de inverno, ao sopro do vento minuano!

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#ficaadica - 1:  a exposição  ficará no Santander Cultural até 18 de dezembro. Aproveite que a Feira do Livro tá chegando e reserve o tempo - cada minuto valerá a pena! 

#ficaadica - 2: Não deixe de dar uma esticadinha até o subsolo do Santander Cultural;  alegrar os olhos com os produtos de criação na Koralle (tintas, pincéis, canetas e outras lindezas que eu adoro!!!) e tomar um cafezinho no cofre (sim, o Café do Cofre do Santander é inusitado e super charmoso)


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 #naestradacomlugastal
no instagram #lugastal têm mais fotos - clique AQUI

domingo, 23 de outubro de 2016

turistando na cidade baixa

Saí pra viajar pela cidade onde moro. Tipo turista, sabe?!?! Seguidamente me pego pensando: quantos lugares bacanas pertinho de mim; semana vai, semana vem, e o tempo engole meus planos de desbravamentos locais. Então decidi que ninguém, além de mim, poderia mudar essa situação. O tempo é um só, cada um de nós tem seus afazeres, compromissos, desejos, etc; mas organizando, é possível sim! (aliás, esse será tema de outro post futuro... organizar/otimizar tempo é um assunto que ainda não dominei).

Destino escolhido: CIDADE BAIXA.

 Já conhecia, obviamente;  mas um bairro repleto de coisas bacanas pra se ver e fazer sempre é boa pedida. Pra quem não conhece, eu apresento: a cidade baixa é uma cidade do interior no meio de Porto Alegre! Também conhecido como o bairro boêmio, concentra bares, botecos, cafés e baladas descoladas e, para o público "do dia" também se diverte: o pessoal sai de casa, anda de bike, bate papo com os vizinhos, senta à beira da calçada pra tomar um cafezinho. Muros grafitados, cenas divertidas e inusitadas dividem a cena com casas antigas em clima de "good vibes". 

Como me propus a turistar, caminhei bastante, mas havia duas paradas estratégicas na wish list: Studio dos Aromas e Agridoce Café.


O almoço foi no Studio dos Aromas - quem segue lugastal nas redes sociais já deve ter curtido fotos de lá! (pesquise pela #studiodosaromas).  É preciso atravessar a pequena porta da casa n.549 (rua João Alfredo) pra se deliciar com a decoração, a energia, e, obviamente, o cardápio local! O menu do dia é fixo (muda a cada mês) e distribuído em entrada/prato principal/sobremesa. Vá se pressa e reserve o tempo necessário para degustar cada momento!! (no blog Roteiro da Sara também têm dicas bacanas do local!)


#ficaadica: não deixe de passear pela casa, nem se intimide em subir as escadas - há um mundo de recordações culinárias, criativas e afetivas também no segundo andar, sem falar no jardim externo, que é um charme! Diversos objetos e paredes pintados a mão e décor recheada de memórias. 



 (arte da Virginia Giulian - décor  Li Puente)

#goodvibes - a parede de "fundos"do studio é incrível! Não dá pra se despedir sem passar por aqui!!!

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SEGUINDO A ESTRADA... 

Entre caminhadas e descobertas pela tarde, a próxima parada foi no lugar que eu queria muito conhecer! Já tinha tentado visitar numa segunda-feira, mas a casa funciona de terça a domingo. Agridoce Café, muito prazer

Procure a casa de n. 1024 da Rua Sarmento Leite; e entre sem nada esperar, porque lá tudo é incrível! Cada detalhe te remeterá a algum momento da vida, seja lá qual estilo for a sua! Um misto de casa de vó com café, de passado com presente; e paredes literalmente repletas de histórias! Vários ambientes, todos conectados numa energia incrível (o cardápio também é um capítulo à parte).




 #ficaadica: antes de se acomodar à mesa, balcão ou sofá, desfrute de cada pedacinho da casa!






#gentilezageragentileza: adorei a ideia do CAFÉ PENDENTE!


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 #naestradacomlugastal
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sábado, 22 de outubro de 2016

Feliz em te rever, pequena Luciana!!!!!

Dia desses encontrei a minha criança. Brincava na rua, andava de bicicleta, pulava muro, tinha amigos na vizinhança (juntos éramos imbatíveis - em tardes quentes de guerra de bexiguinha a gente ocupava a calçada e nenhum pedestre escapava da água). 



Caía, me machucava (muito), levantava e, pra não perder a brincadeira, seguia correndo! Medo só sentia do chinelo do pai. A bicicleta monark vermelha "semi nova" me transportava da rua Major Ouriques ao infinito e além. Tinha muitas tatoos e pra fazê-las bastava o papel do chiclete ping pong (sabor tuti-fruti) e umas lambidas na pele.

Desengonçada, muito feia e tri feliz, tinha os dentes da frente completamente separados e desprovida de qualquer gesto delicado... mas as pernas corriam como uma avestruz. Usava conga, bamba, tênis adidas com as listras verdes e havaianas, no inverno gelado, quando não vestia o uniforme do colégio, usava um macacão jeans forrado com flanela xadrez e com suportes de couro nos joelhos. 

Brincava de costurar roupas pra Susi; brincava de ser feirante (as frutas e verduras eram flores que a mãe plantava e cuidava com tanto zelo), fazia pulseiras com linha de crochê e vendia na vizinhança pra comprar picolé. Na casa dos avós aprendia algumas "prendas", como torta de bolacha, lavar a louca e macramé pra pendurar as samambaias. (olha aí os primeiros ensaios empreendedores!!). 

Era líder na turma, sempre a ultima (ou penúltima) na fila por ordem de altura, e sempre ganhava personagens figurantes nas peças de teatro (os principais eram das amigas lindas e delicadas😂😂

Feliz em te rever, pequena Luciana!!!!! #diadascriancas 

sábado, 15 de outubro de 2016

Ponto I-Cord - o queridinho da vez no tricô

Há algum tempo os tubos de tricô vêm ocupando destaque em variadas propostas de décor+handmade+craftwork. Em meados de abril, usei algumas peças na decoração do espaço lugastal durante o evento Scrap&Patch de Brasília, e observava a curiosidade misturada com surpresa no olhar do público. Em julho repeti a ideia, durante a Mega Artesanal, havia peças tricotadas no colorido "endereço" lugastal  e nesse período o estúdio em Porto Alegre também recebeu novidades tricotadas. Já falei a respeito na coluna lugastal do Casa&Cia -  "Ponto I-Cord no coração dos criativos" (clique AQUI), e a cada dia ele aparece em propostas cada vez mais criativas. Já me aventurei  a usar os tubos que tricotei em acessórios (tiara e colar), e gostei bastante do resultado, inclusive trocando a lã por linha. Já as palavras tricotadas são minunciosamente produzidas pelas mãos da Carolina, e  disponíveis entre os produtos handmade do estúdio lugastal.

Há alguns dias recebi a Renata Maynart, editora da coluna donna da casa (portal clickRBS)  no estúdio lugastal e, literalmente, tricotamos sobre a tendência; falei a ela sobre a inglesa super vanguarda Elizabeth Zimmermann e sua descoberta da "corda idiota". A matéria está na revista Donna de hoje, e tem vídeo explicando como fazer seu tubo de tricô de duas formas: com o acessório para tear circular ou com agulhas de tricô. Pra assistir é só clicar aqui e assistir.

#ficaadica: para principiantes no tricô, no início a técnica parece um pouco chata e demorada,  mas logo logo o ponto estará uniforme  e o trabalho renderá com mais rapidez- entenda isso como garantia de um belo e sincero sorriso!



Coluna Donna da Casa - por Renata Maynart
"A inglesa Elizabeth Zimmermann, falecida em 1999, era fonte de inspiração até mesmo quando assumia um erro. Dama do tricô, nascida na década de 1910, ela reinventou diferentes técnicas, propôs a costura com duas mãos e linhas de cores diferentes e até mesmo a criação de um suéter com agulha angular - o que para as entendedoras garantiu muita praticidade.

Em pleno 2016 mais um "achado" de EZ, como é chamada no mundo das artes manuais, é o queridinho do momento. O i-cord surgiu de um ponto que a inglesa teria errado e, não à toa, ganhou, quando traduzido, a expressão de "corda idiota". Quem não ligou o nome ao visual, o i-cord também é chamado de tricotin ou rabo de gato, em referência ao formato tubular (como uma cauda do bichinho), que vai ganhando o comprimento de uma corda.

- Estive em feiras na Alemanha e na França e percebi que aquelas peças que estavam em evidência nada mais eram do que o ponto rabo de gato que aprendi com a minha avó na infância. No Brasil, com a associação ao clima tropical, as pessoas demoraram um pouco mais para aderir, pois em Estados de temperaturas elevadas têm resistência ao uso da lã. Mas hoje já está com bastante força nos trabalhos de artesanato para decoração e também para acessórios de moda, como colares e enfeites para cabelo - explica a artesã e empresária Lu Gastal.

O formato de tubo permite que seja inserido um arame e, assim, ganha diferentes formas e acabamentos: você pode ter, então, palavras escritas em tricô, um clips estiloso para um mural de recados ou o que mais a criatividade mandar, como uma nuvem para o quarto das crianças. O efeito vai do romântico ao lúdico.

O i-cord pode ser também o toque final em objetos de decoração, como um detalhe que faz a diferença em garrafas e vasos ou como base de luminárias artesanais - e você vê muitas opções por aí em lojas e feirinhas da cidade. 

Como técnica artesanal, não tem regra rígida para usar o i-cord, que pode ser visto personalizado de diferentes formas, cores e texturas dos fios." 

(fotos Danibat)

Quer se aventurar nos entrelaçados do tricotin?
- há duas maneiras de tricotar o i-cord. Uma é com duas agulhas de tricô (Lu Gastal usa a tamanho 4,5). A outra é com um aparelho que imita um pequeno tear de quatro pontos. Como é um utensílio difícil de achar e muitas vezes caro, é possível produzi-lo em casa, com um pedaço de madeira com quatro pregos (todos na mesma extremidade, contornando um furo central, por onde o tubo de lã desce conforme o tricô é feito). Quer ver na prática? Assista o vídeo AQUI
- Dica: quem prefere formas mais largas (como as luminárias da marca Mezcla), tem a opção de fazer com um tear maior, de oito pontos, e lãs mais grossas.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Quem é CRIANÇA põe o dedo aqui! (esqueça a idade!!!)

O mundo artesanal/criativo/faça você mesmo é composto por diferentes perfis:

- aqueles que adoram inventar com as mãos; 
- aqueles que adoram criar sem limites, seja através da pintura, da costura, do bordado, do tricô, do crochê ou qualquer outra técnica artesanal;
- aqueles que não se prendem à padrões determinados (que substituem cores e materiais de um projeto dando a suas peças identidade e originalidade.
- aqueles que buscam inspirações para acrescentar detalhes em suas criações artesanais;
- aqueles que não seguram o sorriso ao ver materiais que servem de ferramentas em seus processos criativos;
- aqueles que usam as redes sociais para alegrar os olhos, garimpar referências e se divertir.
- aquelas pessoas que, independente da idade, sentem-se criança em algum momento do dia;


ATENÇÃO: 
se você se encaixou em algum dos perfis acima (ou em todos), esse post é pra você!


No mês das crianças, te convido pra uma brincadeira!!! 
Para participar é super fácil; basta observar as simples regras abaixo:

1. ter um perfil no instagram; seguir o perfil lugastal; curtir a foto oficial;
2. residir em território nacional.
3. Responder no post oficial (com, no  máximo, duas PALAVRAS): O QUE TE FAZ CRIANÇA?
4.  compartilhar o post oficial no seu instagram, com as hashtags #somostodoscriancas #semprecirculo #lugastal #candycolors

(se o seu perfil for fechado não conseguiremos identificar se o compartilhamento foi feito)
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ATENÇÃO: 

- será aceito apenas um comentário por perfil. Permita-se brincar e se divertir!
- não é preciso marcar amigos no seu compartilhamento;
- o comentário na foto oficial no perfil lugastal do instagram é necessário, pois será através dele que o sorteio será realizado;
- no dia 31 de outubro/2016 serão sorteados entre os participantes que atenderem às 7 regras acima descritas, CINCO KITS contendo presentes "candy colors" da coleção Círculo S/A:  2mts de tecido, 1 caixa de alfinetes lindos, 7 meadas de linha para bordado, tesoura para bordado, 4 etiquetas, 1 caixa com 10 carretéis de linha, 1 mini novelo de lã, 5 mini prendedores. (o coração de madeira é peça do acervo lugastal, e não compõe o kit). 
- esta promoção é de responsabilidade exclusiva da empresa lugastal;
- o sorteio será realizado através do site sorteou.com; e os 5 nomes sorteados serão divulgados no instagram lugastal no dia 31/10/16, (os sorteados deverão enviar inbox endereço para envio dos kits.
- cada kit será enviado até o dia 4 de novembro, via PAC (correios)


Então tá! Entendeu direitinho? 
Quem topar a brincadeira, põe o dedo aqui!!!!!






quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Colocando os pingos nos "IS"!

Se você tem alguma referência de pessoa prendada na sua vida ou infância, provavelmente essa técnica lhe seja familiar. Trata-se de uma espécie de tear, antigamente feito em um grande carretel de madeira com auxílio de pregos e agulha de crochê...

Tem post na coluna lugastal do Casa&Cia - CLIQUE AQUI!




(fotos sempre lindas Danibat)

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

reflexões & despedida

Não lembro exatamente quando nos conhecemos, talvez no início do século; empatia imediata, sua companhia me fazia sentir mais livre. Na mudança familiar de 2003, lá estava meu parceiro de todas as horas, dando aquela força enquanto eu desvendava a planejada capital federal e sua diversidade cultural Na terra em que o sol brilha intensamente quase todo o ano, éramos companheiros fiéis; amigos de verdade, no maior estilo "na alegria e na tristeza, no sol e na chuva, na saúde e na doença".



Às vezes os ossos do ofício (digo, do trabalho) não nos permitiam andar juntos, mas às sextas-feiras a gente sempre se encontrava, causando no mínimo olhares curiosos. Lembro da gente conhecer a charmosa Pirenópolis, no interior de Goiás, algumas estradas na terra do tio Sam; e juntos voltamos aos pampas nas férias das crianças. Numa tarde de verão tórrido na capital americana rolou uma briga feia, do tipo “ficamos de mal”, e depois de uma pausa num parque público optamos por nos separar alguns dias, para o bem da nossa amizade.  Era um parceiro galanteador... me elogiava quando eu vestia jeans e casaco de lã, sorria quando me via com short ou vestido; mas adorava mesmo as sextas-feiras, também conhecidas como casual day.  Quando preterido, tinha lá suas crises de ciúmes - havia outros companheiros parecidos, porém nunca iguais a ele! Eis que um dia ele conheceu uma amiga querida, e inclusive se mudou para o apartamento da loira também gaúcha. Obviamente senti um pouco de ciúmes, como quase todos os nascidos no zodíaco de Áries... mas segurei no peito (talvez tenhamos nos separado uns 2 ou 3 anos). Eis que, depois de uns  8 anos de aventuras pelo cerrado,  chegou a hora e oportunidade de voltar pro sul, e no mais puro ato de amizade, ele se apresentou pra me acompanhar em mais uma difícil tarefa de mudar/adaptar/recomeçar numa cidade diferente (retornos sempre pedem paciência e amor).

Lembro do dia em que fomos desbravar terras alemãs, e juntando o pouco-quase-nada que cada um entendia da língua, conseguimos chegar aos destinos planejados. Parceiros e companheiros, como sempre – juntos pegamos trem (sem a certeza de que seguíamos no rumo certo), tomamos chopp, conhecemos as cores e estilo do patchwork europeu, e pisamos rapidamente na Holanda (com planos de voltar). Voltamos noutra oportunidade, novamente pra Alemanha, e a visita à Holanda foi, de novo, rápida. Novos planos futuros de amigos com mais tempo disponível na terra das bicicletas e dos tamancos coloridos.

Não demorou pra disputarmos a amizade com minha filha  mais velha, que adolesceu e também curtia aquela companhia querida, básica e divertida. Novamente senti ciúmes quando eles viajaram e eu não podia acompanhá-los..mas c'est la vieHá poucas semanas passearam pelo escaldante verão português, e a mim ele deve essa viagem, pois foi convidado aos 45’do segundo tempo! E no imediato retorno, ao nos olhamos com aquela conexão de quem já dividiu tantos momentos de alegria, saudade, nostalgia, descobertas e decidimos em puro consenso: era hora de se separar. Logo eu, que odeio despedidas, embora saiba que são necessárias para digerir as partidas. Mas dessa fez foi um "até breve" leve; cada um seguirá seu caminho, cada um levará nossas histórias!

o all star vermelho seguirá comigo na estrada, o de couro branco é amizade compartilhada com a filha mais velha...
(meu amigo de tantas horas foi deixado na frente de casa, e provavelmente levado para alegrar outro par de pés n.38...)



Em tempo: pra não rolar nenhum rancor, esclareço que, na nossa briga séria de Whashington, o que ele fez comigo foi sacanagem pura: num calor escaldante, me obrigou a seguir o dia de vestido de pimentinhas com um tênis esportivo comprado no comércio local - o safado fritou meus pés numa falta de amizade nunca vista! Foi muito triste... mas acabei perdoando!!!!

sábado, 6 de agosto de 2016

Carinho em modo intenso!

Parafraseando o ditado "antes tarde do que nunca", não posso deixar de postar alguns momentos bacanas da feir Mega Artesanal, que aconteceu no mês passado. Eu sei que tu deves estar pensando "mas Lu, hoje em dia tudo acontece e é mostrado em tempo real!!!", e eu respondo: entendo perfeitamente, mas respeito meu tempo e acredito que bons momentos cabem a qq hora, dia e mês, e, neste caso, aqui estão!

Participar de um evento desse porte não é nada tranquilo - trabalha-se muito antes, durante e depois da feira - pura adrenalina, com direito a cansaço, emoção, euforia, fome, desânimo e emoção. Diariamente, durante o evento, repostei no facebook.com/lugastal várias fotos que encontrei pelas redes sociais com as hasthtags #lugastal e #lugastalnamega; mas gosto de ter esses momentos também por aqui! E por isso hoje é dia de dividir com vocês algumas imagens (peço desculpas à quem postou e aqui não está - é verdadeiramente impossível encontrar todas, e fiz o máximo para responder àquelas em que identifiquei as marcações).

Tem post sobre a feira no portal ClickRBS - clica aqui pra ler!


À todos que prestigiaram, visitaram, me presentearam com seus abraços, beijos, carinho, àqueles que não puderam visitar a feira, mas de casa mandaram boas energias - deixo minha imensa gratidão!!!! Todo e qualquer esforço e cansaço vale cada momento quando se colhe tamanha vibração!!!!

#gratidão