segunda-feira, 29 de setembro de 2014

emoção & fazer a mão



Foi na última quinta-feira,  a muitos quilômetros de casa; acordei cansada, e num hotel simples, mas com o luxo de ter um sabiá cantando à minha janela, tomei um café preto pra me despedir da preguiça. A viagem da véspera fora exaustiva, somada à montagem do espaço lugastal, na feira de patchwork de Limeira; era hora de encontrar quem me acompanha à distância durante todos os dias do ano - vocês! Uma passadinha básica pelas redes sociais e recebo a notificação da minha amiga-de-fé-irmã-siamesa-camarada Gabi. Já devo ter a citado por aqui, é amiga daquelas tipo casamento - na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando e respeitando nas diferenças e escolhas. Meu coração já ficou feliz - a Gabi é uma guria (heheheheh... ainda somos gurias, sim!) especial e muito sensível; e seu carinho por mim sempre é muitíssimo bem vindo. 

A marcação do facebook vinha do perfil da escritora (e linda) gaúcha Letícia Wierzchowki, cujos textos são permeados de uma sensibilidade incrível (quem leu A Casa das 7 Mulheres me entenderá). Aliás, a série foi gravada na casa da D.Nóris, avó da minha amiga Gabi, e foi lá mesmo, naquela casa enorme com tantos quartos e histórias que vivemos nossos dilemas de adolescentes entrando na fase adulta. Bons tempos, sinto saudade! O texto que a Gabi mencionara me tocou profundamente, e nele refleti durante todo o dia e nas próximas manhãs em que o sabiá cantou pra mim na janela do pequeno hotel de Limeira. 

Fazer com as próprias mãos é um grande exercício plenamente esquecido nesta vida onde tudo se compra pronto. Pintar um móvel, preparar um bolo, tecer uma peça em tricô, pregar, lixar, plantar um jardim, construir um barco, bordar um lenço - fazer com as mãos é uma maneira de fazer poesia para o cotidiano das nossas vidas. Uma vez, ouvi uma pessoa que eu conhecia muito pouco comentar a respeito de uma velha colcha de crochê: "Nunca vou me desfazer desta colcha, nunca mesmo. Pois a minha mãe a tramou para mim alguns meses antes de falecer repentinamente, e quando penso nas longas horas que ela se debruçou sobre esse trabalho, quando eu penso em todos os pensamentos de minha mãe que estarão para sempre entrelaçados a esse pedaço de cobertor... Bem, dormir com essa colcha é o mais próximo que eu posso me sentir da minha mãe."
Gosto mesmo de fazer as coisas, de costurar, tricotar e plantar no meu jardim lá na praia - mesmo que o jardinheiro faça mais rápido e melhor do que eu, tudo o que plantei ficou sendo especial. Outros podem fazer com perfeição maior, ou mais apuro, mas ninguém fará com tanto amor. Por isso, cerco meus filhos de coisas preparadas por mim, pequenos regalos que passam desapercebidos no corre-corre desta vida; mas lá estão, tênues limites entre as durezas que o mundo pode nos impor e a suavidade que o meu amor deseja para a vida daqueles que eu amo. Por isso, sempre que uma crianças querida nasce, eu bordo um presente, bordo-o colocando ali todos os bons ensejos da minha alma, fixando no tecido, com agulha e linha, um punhado honesto de bons pensamentos.
E, como sempre, quando alguma coisa que me significa, lá vem Sophia de Mello Breyner com as suas palavras, dizendo o que eu jamais direi tão bem: "A civilização em que estamos é tão errada que nela o pensamento se desligou da mão. Ulisses, rei de Ítaca, carpinteirou seu barco. E gabava-se também de saber conduzir num campo a direito o sulco do arado."



P.s: não conheço a Letícia pessoalmente,  ou melhor, a conheço muito; já li sua história de amor com o marido, outras (muitas) reportagens e adoro seus textos. Há uns 3 anos a encontrei em Pelotas, era missa campal na véspera das gravações da Casa das 7 Mulheres, mas não tive coragem de me aproximar. Tempos depois cruzei com ela no estacionamento do super, e de novo fiquei muda. Falaria o quê? Ah... não importa, já passou e faz tempo; talvez hoje eu possa dizer a ela que eu adoraria ter escrito seu texto, sem dúvida um dos mais belos e sinceros que já li a respeito da escolha do fazer a mão

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

patchwork em Limeira

(mini estúdio lugastal espera clientes com produtos e oficinas de costura)
gostou da caneca? é lugastal, e está disponível AQUI!

A cidade das semi jóias brasileiras troca de título durante essa semana. Começou ontem, em Limeira, interior de São Paulo, a V Limeira Patchwork, promovida em parceria pelo Centro do Professorado e Prefeitura Municipal, e é nítido que na região não apenas se costura, mas se borda, pinta e recepciona com simpatia e carinho.

O evento, sem dúvida,  assumiu status de “feira grande” – 163 expositores se distribuem entre 5 corredores, apresentando as mais tradicionais técnicas de patchwork, máquinas e utensílios bacanas pra quem adora a arte da costura; bonecas para todos os gostos e estilos, tecidos lindos (variedade excelente de estampas nacionais e importadas) e outras propostas artesanais de muito bom gosto. Lugar simples, gostoso e onde me sinto muito acolhida.

Um detalhe bem legal e que chama a atenção – o cuidado cada vez mais crescente dos expositores em não apenas apresentarem seus produtos, mas em encantarem o cliente, cuidando dos detalhes, do visual , da embalagem. Sempre enfatizo por onde ando – muito mais do que vender, é importante encantarmos nosso cliente!!!

Outra observação curiosa e divertida é a praça de alimentação do evento – no maior estilo “quermesse de igreja”, por lá se encontram as comidinhas mais tradicionais das pequenas cidades do interior – meus suspiros vão para o mandiopã, frito na hora e delicioso, que faz a gente voltar à infância! 

A feira acontecerá até sábado, 27 de setembro, e #fica a dica: vá com roupa leve – o calor dentro do pavilhão é intenso, principalmente nos momentos de maior concentração de público. Com uma garrafa d`’agua na bolsa e coração leve todos terão a chance de acompanhar essa união de estilos artesanais. Eu recomendo, e te espero por aqui!


 (organizador para ateliê - impossível não se apaixonar!)

 (aulas demonstrativas de patchwork em diversos estandes)

 (tecidos lindos)

(tecidos lindos - parte II - afinal, é primavera!)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

tecidos lugastal - coleção 2014


Bom dia!!!! Sempre que planejo algo novo - um produto, um evento, um encontro, gosto de fazê-lo nos mínimos detalhes. Há muitos processos que envolvem qualquer novidade; há soma de esforços, há confiança, há conquistas, e hoje é um dia especial! Aguardei ansiosamente por esta manhã de terça-feira, 23 de setembro. Dia de celebrar a chegada da primavera (adoro!!!!), e, sobretudo, dia de apresentar a nova coleção de tecidos lugastal para Fernando Maluhy. A coleção retrô traz 6 estampas, perfeitas para composês coloridos e divertidos. Use e abuse da imaginação, mescle tons de  rosa, verde, marrom - ouse na mistura com poá, xadrez, mini floral e tudo o que tua imaginação permitir!

É com muita alegria que entrego à vocês mais uma coleção de tecidos lugastal, e espero que destas sugestões saiam muitos trabalhos lindos, repletos de cores, criatividade, e, sobretudo, de alto astral! As estampas estão perfeitas pra compor suas criações artesanais, desde produtos para cozinha com toque vintage, à vestidos, saias, trabalhos de patchwork e o que mais tua imaginação permitir. A nova coleção é de vocês, e criada pra vocês, com todo o meu amor!

Obrigada família Maluhy pela oportunidade e confiança, e por distribuírem por todo país um pedacinho desse olhar lugastal!

As novas estampas lugastal estão disponíveis na loja virtual - pra visitar, clique AQUI.



terça-feira, 16 de setembro de 2014

eu brinco, tu brincas, nós brincamos de boneca!



Alô galera do mundo craft: atire a primeira pedra quem nunca brincou de boneca. Susi (para aquelas da minha geração) Barbie, bonecas de pano, enfim... todas já tivemos alguma lembrança de boneca na infância. 

Quem me lê sabe que não é novidade, eu ainda brinco de bonecas, literalmente falando, sou bonequeira assumida, e coleciono bonecas Blythe, aquelas meninas estranhas de cabeça grande e olhos intensos. Muito já escrevi sobre elas por aqui (leia esse post). Sempre que sobra um tempo (e atualmente o tempo é escasso), pego as "meninas", troco a roupa, arrumo os looks, cabelos... ADORO!). Mas sabe por quê falo nelas hoje? Porque no próximo fim-de-semana vai rolar em Sampa o BlytheCom (encontro de bonequeiras Blythe), e, um dia antes, a exposição Modus do Brasil, no ateliê da queridíssima Cris Botallo, sob os cuidados dela e do queridíssimo Vagner Cavalheiro. Para o evento, a dupla blytheira desafiou colecionadores a criarem looks especiais. 

Visite o evento, e confira o look lugastal preparado pro "esquenta"! Para mais informações, acompanhe o grupo no facebook (AQUI). 

Ah, esqueci de apresentar; abaixo estão minhas meninas: Sarah, Sofia, Channel, Claudinha, Lucineyde, a ruiva (ainda sem nome), Cla, Emily e Dani. Risos... (será que Freud explica?!?!?!)


domingo, 14 de setembro de 2014

Com a palavra...

A revista Patch Mix- edição especial Círculo, me entrevistou pra coluna "com a palavra...". Feliz em partilhar com vcs um pedacinho dessa história!  

(foto Glau Macedo)

"Sempre gostei de artesanato, de inventar, de fazer ou tentar fazer diferente. Lembro da época do colégio, quando era obrigatório o uso do uniforme e eu, pequena ainda, matutava de que forma poderia driblar aquela regra e vestir algo diferente. Lembro dessa reflexão, mas não tenho na lembrança se consegui. Acho que chegou um dia em que entendi que as regras do uniforme existiam justamente para padronizar os alunos e ponto final. Sem questionamentos!

Com 13 anos aprendi o tricô - para aquecer no frio gaúcho, tricotei um cachecol e um par de polainas, nas cores laranja e verde-limão (vai entender uma mente adolescente e sua escolha e cores malucas!!). Errei pontos, acertei pontos, e aprendi a brincar co as cores e as lãs... muitos blusões nasceram nos próximos anos. Pintei madeira, bordei ponto cruz e este foi meu segundo contato com os produtos Círculo. As meadas de linha eram cuidadosamente desenroladas e reordenadas numa caixa transparente. Acho que, mais do que bordar, eu gostava mesmo era de observar (namorar mesmo) as cores, as linhas, enfim, de alguma forma me fascinava aquela matéria-prima. Quando eu imaginaria que, tantos anos depois, dividiria minha história com leitoras e artesãs que também se fascinam pelos produtos da marca Círculo!

Eis que o patchwork me encantou - depois de anos abandonei os bordados, o tricô e me dediquei exclusivamente aos tecidos. Mas hoje tenho o prazer de misturar a matéria-prima, me divertir com buscas e mixar, por exemplo, uma flor de crochê, para finalizar uma bolsa em patchwork. Usar as idéias, sem limites, essa é minha busca diária!

Demorei anos para finalmente entender que não apenas gostava do artesanato; o artesanato já fazia parte da minha vida. Demorei para aceitar; demorei para assumir que também poderia ser feliz trabalhando com minhas criações, com minhas mãos, e, o melhor de tudo, inspirar artesãs de tantos segmentos distintos a buscarem seus sonhos! Hoje o artesanato é minha profissão, e disso muito me orgulho!

Obrigada Círculo, que nos inspira diariamente, e conspira para realizar nossas criações artesanais com produtos sempre inovadores, coloridos e incríveis. Sou feliz em fazer parte dessa família!"

sábado, 6 de setembro de 2014

Olha a feira, freguesa!!!!!!

Tudo começou em 2006 (acho que já contei essa história, mas vou contar de novo); nos meus trabalhos de artesã, comercializava minhas peças em feiras de Brasília; costumava produzir peças de Natal e Páscoa. Porém, havia uma inquietação no coração; queria produzir algo que ultrapasse as festas comemorativas, algo que perdurasse o ano todo, algo " muito lugastal". À época, ganhei uma cópia xerox de uma publicação japonesa, com um molde de maçã, e resolvi experimentar. Ajustes daqui, mistura de cores e estampas  dali... e logo minhas maçãs ficaram bem bonitas e com o meu jeito - estampas misturadas e cores em abundância. Então pensei: vou fazer uma cesta de frutas; mas pensar não é fazer... e daí seguiram várias semanas até que as frutas saíssem com jeito/estilo/formato verdadeiro de frutas. 

Eis que surgiu a primeira oportunidade de mostrar meu trabalho, e as frutas lugastal coloriram as páginas da revista Faça&Venda, produzida pela querida Rita Paiva, hoje produtora da revista Make. Eis que surgiu (parte II) o primeiro post desse blog - leia AQUI.


Impossível conter minha alegria; os vários exemplares que comprei na banca de revista viajaram para a casa da mãe, das avós, e das amigas. Minhas frutas estavam coloridas, diferentes, e poderiam representar meu trabalho o ano todo. Como inquieta sou, logo veio a vontade de produzir os vegetais, e em breve nasceram a beringela, chuchu, pimenta, milho verde, a abóbora. A técnica era a seguinte: comprava os legumes "de verdade", levava para o ateliê e entre tardes de testes, costuras, num vai e vem constante de fazer/desmanchar/refazer, cada peça foi ganhando seu formato. Meus suspiros de amor e dificuldade para abóbora e milho verde, sem dúvidas as peças que deram muito mais trabalho na criação. 

E aquela inquietação falava alto - era hora de padronizar a produção - costurar muitas peças com o comprometimento que saíssem iguais em qualidade, cor, tamanho. Procurei o Sebrae/DF em busca dessa qualificação de produto; trabalhei com afinco, e não demorou para ser convidada a expor minhas peças na feira Paralela Gift, em São Paulo - essa foi a primeira experiência de mostrar meu trabalho num evento de grande porte. 

Daí a história tomou seu rumo - as frutas e vegetais lugastal pegaram a estrada - participei de muitas outras feiras, e com elas conquistei clientes que me acompanham no decorrer desses anos. Num curso de design de produto, qual foi o produto que trabalhei??? As frutas e os vegetais, que ganharam roupagem mais sofisticada e proporcionaram minha primeira exposição individual (que foi um fracasso de público! rsrsrsrsr - prova de que as  velhas e boas peças feitas em tricoline perduravam no gosto das freguesia! E com elas segui minha história, decorando mesas, árvores de natal, festas, ambientes em lojas, pousadas e hotéis). Sim, a  tradicional "feira da lugastal" seguiu decorando lares, ilustrando matérias na mídia, e levando cores e diversão pelo país. Não há coisa mais gostosa do que escutar "tenho suas frutas na minha casa há muitos anos!" - isso é fruto de trabalho, de esforço, de dedicação.

E a  pedidos de clientes e alunas lugastal, a coleção voltou! Têm peças lindas e coloridas pra decorar a casa, e apostilas pra quem deseja produzir a sua própria feira. Pra decór de setembro do estúdio lugastal, uma feira completa te espera!


Passa na loja virtual e confere os projetos, compostos de foto, explicação detalhada de passo-a-passo e moldes em tamanho natural.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

as cores do meu mundo!

(arquivos pinterest)

Fico louca quando penso no quanto a rotina engole os dias. Tenho aquela sensação de que o tempo voa, de que há tantas coisas que gostaria de fazer, às vezes um sentimento de impotência por não realizar tudo o que gostaria. Sob outro ângulo preciso me convencer: tenho mente inquieta, e quanto mais tempo eu tiver disponível, mais e mais ideias e projetos vou querer realizar; logo, não é questão de tempo, minhas inquietações são absolutamente saudáveis para o meu perfil. 

Não me considero inconstante, tampouco bipolar - como qualquer pessoa, oscilo saúde, humor e disposição em doses hormonais; muitas vezes controlo com mais segurança, noutras não - exatamente a vida como ela é! Também não sei se eu gostaria daquela vida falsa que muita gente finge ter - só sorrisos em momentos únicos de extrema felicidade. Felicidade, pra mim, é viver uma vida normal, e entre a normalidade do meu dicionário, incluo momentos de lágrimas, ansiedade, saudade, dificuldade, conquistas, frustrações, orgulho, e, é claro, alegrias.  E nesse vai e vêm dos dias, também oscilo entre viagens constantes e períodos de rotina, do tipo levantar muito cedo, levar filhas no colégio, organizar a casa, sair pra trabalhar, cumprir as tarefas do dia, voltar pra casa, etc, posso afirmar que, da mesma forma como adoro fugir da rotina, também  adoro viver sob seus efeitos.

Curto cada pedacinho do meu lar, o que não significa dizer que ele é perfeito. Como a vida, meu lar tem bagunças, tem cantos que adoro, outros que preciso arrumar, limpar, e aí por diante; mas é o meu espaço, e não há lugar no mundo onde eu  me sinta tão bem! Cada pedacinho da minha casa faz parte da minha história, com meu marido, com minha família. Têm dias em que eu gostaria de passar o dia inteirinho em casa, fazendo tudo aquilo que muitas vezes me falta tempo, mas meu ritmo de ariana não me permite pular um dia de trabalho. 

A verdade é que, todo final de tarde, quando me aproximo de casa, posso olhar a luz acesa pela janela e me dá uma sensação muito boa de conforto; em poucos minutos estarei lá dentro, no meu mundo, no meu ninho; entre as muitas cores (muitas delas descombinando entre si), numa linguagem que me faz sentir bem!

sábado, 30 de agosto de 2014

Te espero em Gramado!


Contagem regressiva - estamos em preparativos intensos para a terceira edição do Patch Encontro lugastal em Gramado! 

É sempre muito gostoso trabalhar com nossas alunas que vêm de todo Brasil para visitar a cidade do chocolate! Cientes de que todas estarão na cidade com várias possibilidades de  programas bacanas pra fazer durante a semana, trabalharemos com turmas em horários flexíveis, pra que cada aluna possa adequar a aula entre os programas que quiser participar. 
AONDE: Loja Fecho Eclair – rua Borges de Medeiros, n. 3521 
QUANDO: dias 10, 11 e 12 de setembro de 2014
PROJETOS DESENVOLVIDOS: 5 opções diferentes de bonecas estilo tilda, mini máquina de costura em tecido. 
Então, vamos costurar juntas e dividir momentos super divertidos? Quem estiver chegando ao Rio Grande do Sul por Porto Alegre, não deixe de visitar o estúdio lugastal - parte da equipe lugastal estará te esperando com chá quentinho e a cada cheia de cores e surpresas! A loja fica a 10 minutinhos do aeroporto. 
Para informações completas sobre o evento, escreva para assessoria@lugastal.com.br

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Te espero na Quilt & Craft Show!


Começa hoje mais uma edição da Quilt & Craft Show, o festival de patchwork de Curitiba. Até o sol chegou pra dar boas vindas, e pra aquecer o dia frio! (frio com sol eu adoro!!!)

Te espero nesta quarta e quinta-feira no estande da Cïrculo. Quem estiver a fim de produzir a sua máquina de costura linda, confira se ainda têm vagas - vai rolar oficina gratuita hoje e amanhã. Mais informações no site do evento, clique AQUI

terça-feira, 26 de agosto de 2014

up!


(foto Glau Macedo)

Não me considero uma pessoa monotemática, mas, como no último post, falarei novamente sobre os filhos, mais precisamente sobre o dia em que os filhos saem de casa, e vão para longe - muito longe. Sendo ainda mais clara, quero dividir a dor desse momento em que o mundo "engole" os filhos da gente!!!! 

Sabe aquela conversa bla bla blá de que "criamos os filhos para ao mundo"?? Pura mentira! Eu até concordava com essa bobagem, dividindo minhas guriazinhas nas férias com as avós, a família, os amigos; achava salutar. Até que um dia, mais precisamente ontem, o mundo, este universo poderoso de oportunidades e descobertas, levou minha Laurinha para uma experiência de estudos muito longe de casa - mais precisamente, longe de mim. Na verdade ele não levou... ela foi por vontade própria; a realidade é que o tempo passou, meus bebês calçam tênis n.38 e cá estou em busca de entender o que é óbvio - os filhos devem seguir seus caminhos. 

Dias de coração apertado nesse processo antes-durante-depois despedida (vocês sabem, eu odeio despedidas!!!). Então tá... a vida segue e amanhã é recém quarta-feira!!!! 

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P.S: senti saudade!!! O blog lugastal foi hackeado, e essa "visita" indesejada gerou estragos; por isso, fiquei intermináveis 20 dias fora do ar, contando as horas pra voltar. Feliz em estar de volta!